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Os trabalhos religiosos em penitenciários são autorizados pelos órgãos responsáveis como forma de ressocializar os detentos. É isso que a Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus) acredita ao autorizar os trabalhos nas penitenciárias do estado.

Mais de 15 instituições religiosas que foram autorizadas a entrarem e promoverem cultos, batismos e outros trabalhos com os detentos.

“Todos os dias, a fé resgata pessoas nas prisões. Muitas vezes, a religiosidade é o primeiro passo para uma mudança mais profunda”, diz o secretário Daniel Oliveira que é gestor da Coordenação de Assuntos Religiosos da Sejus.

“Notamos que aqueles que participam das atividades religiosas têm melhorado, consideravelmente, o comportamento e se interessado mais pelo trabalho e estudo”.

Não é apenas o gestor que consegue ver a mudança, os próprios detentos testemunham a mudança de seus companheiros. “Tenho visto Deus mudar muitos companheiros aqui dentro e é isso que eu quero”, relata Carlos Jardiel, detento da Penitenciária Regional Irmão Guido, em Teresina.

A socióloga Socorro Godinho explica ao departamento de comunicação do estado do Piauí que o apoio espiritual muda o comportamento dos detentos.

“Vemos o apoio espiritual como elemento integrador dentro dos presídios. Há séculos, a fé é objeto de estudo para a ciência e seu poder transformador é inegável. Não seria diferente em nossas unidades prisionais”, diz ela que é diretora da Penitenciária Feminina.

 

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