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Mas veja que ironia: a grande mídia elogia uma imagem blasfema da crucificação do Senhor Jesus e, ao mesmo tempo, considera a faixa “100% Jesus” na cabeça do jogador Neymar um enorme desrespeito à laicidade do esporte ou uma grande ofensa às religiões! Quem conhece a Palavra de Deus sabe que isso acontece porque “o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus” (2 Co 4.4).

A grande mídia, de modo geral, é escrava do sistema filosófico pós-moderno (e anticristão) de Foucault e Nietzsche, cuja cosmovisão predominante é o naturalismo materialista, evolucionista, ateísta, antropocêntrico e, sobretudo, anticristão. Na pós-modernidade prevalece o relativismo. Para os filósofos mencionados, a verdade é uma fabricação ou ficção, não existe verdade ou moral absolutas nem lugar para os conceitos absolutos de verdade, dignidade, moral, ética e fé em Deus.

Do relativismo anticristão de Foucault e Nietzsche decorrem outras influências filosóficas, como: o multiculturalismo (diversidade cultural); o pluralismo (cada grupo tem a sua verdade); o sincretismo (uma mistura elementos de sistemas de crenças tradicionalmente considerados incompatíveis); e o pragmatismo, que valida uma doutrina ou um pensamento pelo seu resultado; isto é, o que, aparentemente, funcionar melhor é o certo.

O leitor entendeu por que a grande mídia considera “politicamente incorreta” a faixa “100% Jesus” e elogia ativistas do movimento LGBTUVWXYZ que escarnecem da cruz de Cristo? O mundo jaz no Maligno (1 Jo 5.19). E, por isso mesmo, a Palavra de Deus nos aconselha: “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).

Artigo de Ciro Sanches Zibordi publicado originalmente no site da CPAD. Ciro é pastor, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Autor do best-seller “Erros que os pregadores devem evitar” e das obras “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Erros que os adoradores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A” e “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer”, todos títulos da CPAD. É ainda co-autor da obra “Teologia Sistemática Pentecostal”, também da CPAD

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