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Música é cultura; ela expressa os padrões de comportamento de um povo. A boa música pode contribuir para dignificar ou rebaixar uma cultura. Na cultura musical alguns sons não louvam a Deus, pois são identificados apenas como acordes, cujos ritmos embalam a carne e despertam sensualidade e erotismo No entanto, alguns destes sons foram inseridos de modo sutil em nossas igrejas.

Louvor não é questão de escolha ou gosto pessoal, é um mandamento divino. O homem foi formado para louvar a Deus, e assim, louvar é externar gratidão ao Senhor. A forma de louvar não pode ser decidida pela criatura, mas o Espírito Santo é quem ensina como se deve louvar ao Criador. Quando a decisão é tomada exclusivamente pelo homem, a tendência é de que a adoração e também a música fique corrompida.

Deste modo, no meio evangélico, já se pode observar danças sensuais, gritos e gritinhos escandalosos, música ensurdecedora e tambores que rufam e dão o ritmo musical para “satisfazer” a carne e “animar” os adoradores. Assim, em grande parte do universo da adoração evangélica muitos estão cantando, mas não estão louvando a Deus.

Em muitos casos o pastor é assediado por músicos e cantores que querem mudar a liturgia musical do culto. Desejam inserir melodias e ritmos estranhos a música cristã. Frequentemente condenam o uso dos “hinários” e querem substituí-los por canções modernas. Procuram introduzir “coreografias” sensuais e “expressões corporais” durante a ministração do louvor. Colocam o adorador em evidência e não Aquele que é digno da adoração.

A displicência de alguns vem causando estrago na igreja. Os modismos já dividiram ministérios. Líderes há que não admitem o erro, outros, porém são tolerantes. A inibição desta prática perniciosa depende da postura do pastor da igreja. Somente um líder vocacionado que passou pelo crivo dos requisitos da Escritura é que detém autoridade para impedir “inovações” espúrias na adoração do povo de Deus.

Artigo do pastor Douglas Baptista para o site da CPAD. O pastor é líder da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Bibliologia, e licenciado em Educação Religiosa e Filosofia.

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