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A candidata Marina Silva negou que mistura religião e política. Mesmo sendo fiel da igreja Assembleia de Deus, a presidenciável garante que seu posicionamento religioso não interfere na sua forma de fazer política.

“Não faço de palanques púlpitos nem de púlpitos, palanques”, garante a candidata do PSB. “Minhas decisões políticas são elaboradas, discutidas e implementadas nos espaços da institucionalidade da política”.

Marina deixou claro que a Bíblia é a base de sua fé e que exercê-la é um direito de ordem pessoal garantido pela Constituição. “Apenas aqueles que se pautam pela intolerância religiosa encaram esse direito como elemento que conspira contra o Estado laico e Estado de Direito”, se defendeu.

O presidente da República, segundo Marina, também tem o direito de ter sua crença religiosa. “O presidente tem direito de vivenciar espaços de sua vida num ambiente restrito à sua pessoalidade sem a obrigatoriedade de compartilhar essa experiência com a chamada opinião pública”.

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