0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Email -- 0 Flares ×

No domingo (9/11) o presbítero Robinson Medeiros ministrou a lição da Escola dominical de número 6, que traz por título: “A queda do impérios Babilônico”. A base para a lição se encontra em Daniel 5.1,2,22-30. O texto chave da lição é: “E te levantaste contra o Senhor do céu, […] além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de cobre, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste” (Dn 5.23).

Confira uma resenha da lição.

O reino Babilônico era prepotente. Nabucodonosor era conhecido como o rei construtor. Para se ter uma ideia, eram altíssimas as muralhas, e de tal maneira largas em cima que um carro de quatro cavalos tinha espaço para poder dar a volta. As imponentes muralhas duplas eram cercadas por um fosso e parecia impossível invadi-la. Era famosa por seus jardins suspensos e templos majestosos com suas torres. Sem dúvida, foi uma das cidades mais grandiosas da antiguidade.

Na lição de número 5podemos conferir que Nabucodonosor, depois de seu arrependimento, glorificava a Deus por sua soberania. Após a morte de Nabucodonosor, Evil-Merodaque, o seu filho, sucedeu-o ao trono babilônico. Entretanto, dois anos depois, Evil Merodaque foi assassinado pelo seu cunhado, Neriglissar. Mas quem assumiu o trono foi Nabonido, o genro de Nabucodonosor. Nabonido era o pai de Belsazar, o qual se tornou corregente com o seu pai, três anos mais tarde.

Belsazar deu uma festa no palácio babilônico, mas ele não demonstrou nenhum escrúpulo com a religião alheia, o Judaísmo. Embriagado, o rei mandou vir os utensílios sagrados do Templo de Jerusalém, trazidos como espólio de guerra por seu avô, Nabucodonosor, para serem usados no banquete por ele oferecido. Homens corruptos e prostitutas profanariam o sagrado. Uma orgia com o que era santo! Os sábios não estavam nesta festa.

Cruel, devasso e profanador do sagrado são adjetivos, ainda leves, para qualificar a Belsazar.

As consequências do reinado profano de Belsazar

No geral, o ensino que a lição 6, “A queda do Império da babilônia”, nos traz é que o desrespeito ou violação do que é santo, como fez o rei Belsazar, tem consequências terríveis.

No momento da festa dedicada aos deuses babilônicos, Deus escreve uma mensagem de sentença nas paredes do salão, causando assombro aos presentes. Aquela visão demonstrava o fruto do desprezo do rei babilônico ao Deus de Israel.

Como ninguém compreendia o que estava escrito. Belsazar convocou todos os sábios para decifrar o “enigma”. Entretanto, eles foram incapazes de fazê-lo. A rainha, filha de Nabucodonosor, mãe do rei Belsazar, lembrou-se de Daniel e mandou chamá-lo para decifrar.

As duas primeiras palavras estavam repetidas — MENE, MENE — e significavam “contar ou contado”. A palavra TEQUEL tinha o sentido de “pesado”. A última palavra, PARSIM, significava “dividido” (Dn 5.25). Para interpretar a mensagem Daniel usou o termo “PERES”, palavra correlata de PARSIM. “Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino e deu-se aos medos e aos persas”.

A soberania de Deus e a queda do rei Belsazar

Naquela noite Deus demonstrou a sua soberania sobre os reis da Terra. Ele é o Todo-Poderoso e tem o cetro do governo do mundo em suas mãos. Nada escapa aos seus olhos. Tão logo foi dada a interpretação da mensagem e as honrarias feitas a Daniel para ser o terceiro homem do império, o rei Belsazar foi morto e o exército de Dario entrou na cidade da Babilônia. Os medos e os persas passariam a reinar no lugar do império da Babilônia. A queda do império babilônico é uma lição para todos nós. Um dia, quando da segunda vinda gloriosa de Jesus, todos os povos serão julgados pelo nosso Senhor.

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Email -- 0 Flares ×