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No domingo (02/10), o presbítero João Cirilo ministrou a lição de número 5 da revista da Escola Dominical intitulada “Deus Abomina a Soberba”. O texto chave da lição está embasado em Daniel 4:37, que diz: “Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” . Já a leitura bíblica em classe foi feita em Daniel 4: 10-18.

Confira uma resenha* do estudo sobre a lição “Deus Abomina a Soberba

Estudaremos um pouco sobre a vida do Rei Nabucodonosor, que reinou a Babilônia por 43 anos. O rei, que foi extremamente orgulhoso e soberbo, segundo Jeremias 25:9 foi considerado “servo do Senhor” – Nabucodonosor foi chamado por Deus para uma missão especial, todavia ele deixou que a soberba dominasse seu coração. Portanto, Nabucodonosor tinha pontos fortes e pontos fracos.
O resumo da história do rei é: Sua rebeldia o levou a um estado de loucura e Deus o colocou a viver com um animal do campo por sete tempos, até que, Nabucodonosor reconheceu a soberania do Deus dos cativos de Judá… e Deus o tirou daquela condição. A decadência do rei nos revela o que ocorre com os que se exaltam e se tornam soberbos ante a majestade do Todo-Poderoso.

Nabucodonosor teve um sonho (Dn 4.19-26) que o incomodou. Então o rei mandou chamar todos os sábios do reino para decifrar o sonho, mas ninguém conseguia adivinhar. Então o rei mandou baixar um decreto que todos os sábios deveriam ser mortos. Daí veio até a sua presença a pessoa de Daniel. Interpretar sonhos era uma habilidade espiritual de Daniel reconhecida desde quando ele entrou na Babilônia.

O sonho mostrava, em outras palavras, que o rei seria destronado. Quem em sã consciência teria coragem de proferir isso diante de um rei que tinha fama de impiedoso? Daniel temeu e pediu um tempo para a interpretação, pois estava atônito e sem coragem para revelar a verdade do sonho (Dn 4.19).

Daniel então diz ao rei que ele deveria desfazer os seus pecados praticando a justiça, “usando de misericórdia para com os pobres” (Dn 4.27). Em outras palavras, antes do pecado pessoal da soberba, o rei estava pecando social e estruturalmente em relação aos menos favorecidos do reino.

Que Deus nos livre da soberba, pois ela é como uma doença contagiosa que se aloja no coração do homem e faz com que ele perca o senso de autocrítica, passando a agir irracionalmente (Sl 101.5; 2Cr 26.16). Estejamos atentos, pois a Palavra de Deus nos mostra que a soberba nos cega (1Tm 3.6; 6.4), nos afasta de Deus e traz ruína.

*Resenha é um texto a partir do que foi dito e entendido de um discurso sem que o contexto se perca.

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