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Dando prosseguimento ao projeto ‘Família: núcleo da vontade de Deus’, na noite da quarta-feira (16/09) a irmã e professora Susi Lima tratou sobre o tema ‘Pais e filhos: o início da formação da autoestima e do caráter’. Fez uso da palavra do Senhor em provérbios 22:6 e Efésios 6:3.

Confira uma resenha do estudo

A palavra do Senhor adverte aos pais para que se preocupem com a formação do filho, desde pequeno, debaixo da graça e da unção do poder de Deus.

A formação da autoestima e do caráter se desenvolve ainda quando se é bebê. Toda a criança se preocupa em agradar os pais. Eles acreditam que assim fazendo isto lhes darão garantias de amor. E, infelizmente, muitos pais terceirizam a educação dos filhos e se esquecem de amar e ensinar os filhos. Não é isso que Deus deseja, mas sim que você dê instrução. E isso, nem sempre tem relação com a escola secular, mas sim com uma educação de berço, de dentro da sua casa, de exemplo.

É claro que não se pode apenas passar a mão na cabeça dos filhos. Nem os avós podem fazer isso. É preciso dar a eles instruções e que eles obedecem as ordens e respeitem os pais, os adultos da casa. Limites não são ruins e não deixam as crianças traumatizadas, pelo contrário, regras e limites ajudam no desenvolvimento do caráter da criança.

Tudo começa quando a gente começa a ensinar. Os pais precisam ensinar o SIM e o NÂO. Estamos em uma época que, para sanar a ausência dos pais (pelo trabalho ou faculdade), o SIM fica liberado. Esse monte de SIM vai lhe causar problemas lá na frente.

Os filhos precisam entender que devem honrar os pais. Isso é benção na vida presente e futura. Já os país precisam amar e cuidar muito bem dos filhos. Devem ficar atentos aos filhos, mesmo quando estes precisam, por este ou aquele motivo, estar distantes durante o dia. Ao chegar em casa, abrace e pergunte aos filhos como foi o dia deles. Mas pergunte com interesse. Mostre que o dia dele foi importante. Isso trará segurança e respeito do filho.

Ore por seus filhos. Abençoe-os. Não diga coisas pejorativas, mas fale palavras que vão os edificar e desenvolver suas capacidades e autoestima. Fazendo assim elas cresceram mais seguras.

Há filhos rebeldes, que por algum motivo saíram do caminho. Como é difícil lidar com esses casos. Mas persevere em oração e amor, proferindo palavras de bênçãos. Mas como fazer isso se você não lê a Bíblia, se ele não vê você orar? Exemplo é tudo. Pegue nas mãos dos seus filhos e leve ele pra oração.

Estamos diante de uma geração tecnológica que, cada vez mais cedo, a utiliza com destreza. A tecnologia pode ajudar na educação e em tantas outras coisas. Ela é boa. Mas também é ruim. Há ensinamentos distorcidos. Não dá pra ser a sua babá eletrônica. Quem dá a verdadeira instrução são os pais. Fiquem de olhos abertos, pais. Coloquem limites.

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Cinco passos básicos para um bom relacionamento entre pais e filhos

1) Parar o que está fazendo, nem se for rapidamente, e dar atenção pra ele.
2) Ouvir o seu filho. Seja qual assunto for.
3) Olhe nos olhos para conversar.
4) Pensar no que você vai falar. Corrija com sabedoria. Profira palavras saudáveis.
5) Agir com segurança. Dê respostas claras e objetivas. Não repasse ordens para o pai ou a mãe. O casal precisa estar alinhado na palavra e nas atitudes. Não tenha partidarismo entre os filhos.

Para finalizar, a irmã Susi leu em provérbios 1;8, que diz: Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe. Leu também em Provérbios 13:11 que diz: O filho sábio atende à instrução do pai; mas o escarnecedor não ouve a repreensão.

Na próxima quarta (23/09) a campanha continua. Será a vez do presbítero Mauro Lima falar sobre RELACIONAMENTO FAMILIAR, tratamento entre cônjuges, dialogo, sexo e intimidade

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